A Prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Educação, abriu a Semana de Combate à Violência Contra a Mulher com palestras das advogadas Darliz Itatiana Pereira Lima Cordeiro, coordenadora do Núcleo Jurídico da 11ª Subseção da OAB/MG no CRAM (Centro de Referência de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar), e Priscila Batista Almeida, secretária municipal de Planejamento, Orçamento e Tecnologia de Montes Claros e diretora da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica Norte de Minas (ABMCJ), com o propósito de fomentar a conscientização e a reflexão crítica sobre essa relevante questão social.
O evento aconteceu na noite dessa quarta-feira, 4, na Sede 3 da Prefeitura, situada na antiga Escola Técnica de Montes Claros, e contou com a presença do prefeito Guilherme Guimarães, do vice Otávio Rocha, do secretário municipal de Educação, Gutemberg Alencar Soares, diretores, supervisores, professores e demais servidores do município.
Violência contra a Mulher: Aqui Não!
A Prefeitura de Montes Claros instituiu 2026 como o "Ano Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher". A iniciativa foca em políticas públicas de proteção e conscientização, incluindo o lançamento do programa "Escudo Rosa" para proteger mulheres vítimas de violência. O tema central é a luta por uma cidade segura, justa e inclusiva.
Com o tema “Violência contra a Mulher: Aqui Não!”, a Prefeitura reforça o compromisso em promover políticas públicas que ofereçam proteção, acolhimento e conscientização para as mulheres, já que a violência contra a mulher ainda é uma das violações de direitos humanos mais graves no Brasil.
A Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher acontece anualmente no mês março, com os seguintes objetivos:
∙ Contribuir para o conhecimento da Lei Maria da Penha;
∙ Impulsionar sobre a reflexão crítica sobre a prevenção e o combate à violência contra a mulher;
∙ Integrar a comunidade escolar no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento;
∙ Abordar mecanismos de assistência, instrumentos protetivos e meios para registro de denúncias (como o Ligue 180);
∙ Capacitar educadores e conscientizar a comunidade;
∙ Promover igualdade entre homens e mulheres;
∙ Produzir e distribuir materiais educativos.
Propósitos:
∙ Conscientização e Empoderamento: Alunos e comunidade mais informados e engajados na prevenção da violência contra a mulher;
∙ Redução de Estereótipos: Promoção de relações mais igualitárias e respeito mútuo entre gêneros;
∙ Fortalecimento da Rede de Apoio: Maior conhecimento e uso de canais de denúncias, como o Ligue 180, para apoio às vítimas;
∙ Cultura de Paz: Contribuição para uma escola mais segura, inclusiva e promotora de direitos humanos.
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