O objetivo foi promover a conscientização sobre a relevância da água para a nossa sobrevivência e de outros seres vivos, além de ser um momento para lembrar da importância do uso sustentável desse recurso e a urgente necessidade de conservação dos ambientes aquáticos, evitando poluição e contaminação. O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Montes Claros, Paulo Ribeiro, disse que a questão hídrica no Norte de Minas Gerais é preocupante e a desertificação caminha em passos largos, por causa de vários fatores, dentre eles, a monocultura do eucalipto.
“Em setembro de 2017 foi realizada a 5ª Expedição Caminhos dos Gerais, organizada pela Prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e vários parceiros, culminando na Carta das Águas, documento entregue ao Governo do Estado, que apontou diversos danos ambientais e apresentou sugestões, dentre elas, a proibição de novas áreas de plantio de eucalipto, que consome 80% da água produzida no Norte de Minas, região onde chove, em média, 1.000 milímetros por ano, sendo que o cerrado precisaria de 500 milímetros para se desenvolver. Sobram apenas 200 milímetros, e o resultado é este que vocês conhecem: a conta não fecha”, afirmou o secretário.
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