Combater o criador de arboviroses exige eliminar os pontos de água parada onde o mosquito aedes aegypti se reproduz. Cerca de 80% dos focos estão dentro dos domicílios, Ações simples e regulares quebram o ciclo de vida do vetor.
O enfrentamento das arboviroses (como dengue, zika e chikungunya) exige uma estratégia integrada entre poder público e a sociedade. As principais linhas de ação incluem o controle do vetor (aedes aegypti), a assistência rápida e correta aos pacientes, para evitar agravamentos, e a imunização.
Aproximadamente 3.000 participantes das Escolas Municipais Maria de Lourdes Pinheiro, Professora Maura Lúcia dos Santos, Egídio Cordeiro Aquino, comunidade, ESF, Centro de Zoonoses e lideranças locais fizeram hoje uma passeata pelas ruas do Bairro Independência, com o objetivo de informar e mobilizar os moradores sobre os riscos provocados pelas doenças causadas pelo mosquito aedes aegypti, bem como a forma de prevenir a formação dos criatórios.
As medidas mais eficazes incluem:
Limpeza física: Esfregar as bordas internas de potes, bebedouros de animais e caixas d'água com bucha e sabão para remover ovos aderidos;
Vedação e armazenamento: Manter caixas d'água, tonéis e barris totalmente tampados. Guardar baldes e garrafas vazias virados para baixo;
Gestão de resíduos: Fechar bem os sacos de lixo e descartar entulhos que possam acumular água; Esticar lonas de cobertura para evitar a formação de poças;
Cuidados com plantas: Preencher os pratos de vasos de plantas com areia ou lavá-los semanalmente.
A educação vai muito além da sala de aula: ela promove o desenvolvimento integral, a cidadania e a consciência socioambiental. Essa transformação acontece através de ações que estimulam o pensamento crítico, a autonomia e a inclusão social em diversas esferas da sociedade.
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