Matéria publicada no site do jornal Estado de Minas, de autoria do jornalista Vitor Bruno, fala não apenas de Montes Claros como a maior cidade no Norte de Minas, mas descreve a “Princesinha do Norte” como uma cidade que soube avançar em setores como infraestrura e oferta de serviços sem se desfazer das raízes culturais, além de preservar o meio ambiente e espaços que traduzem a alma do montes-clarense, como o Mercado Municipal Christo Raeff.
Na matéria, o jornalista, além de contar como Montes Claros se transfomou de Arraial das Formigas na quinta maior cidade do estado, fala sobre as mais de 50 cavernas existentes no Parque Nacional da Lapa Grande, onde está a caverna Lapa Grande, de 2, 2 km e que dá nome ao parque, uma das unidades de conservação estaduais com maior relevância ambiental e histórica de Minas Gerais. Com cerca de 15 mil hectares de área, o parque destaca-se pelas trilhas de caminhada e rotas para ciclismo, além de proteção às suas cavernas.
Outro ponto destacado pelo jornalista é o fato de Montes Claros, que atualmente tem 414 mil habitantes, segundo o Censo 2022 do IBGE, e influencia uma região de 86 municípios, com mais de 1,6 milhão de pessoas, ter um IDHM de 0,770, considerado alto, e uma economia que se apoia em serviços, indústria farmacêutica e um comércio que atrai compradores de toda a região.
A matéria dá ênfase ainda às tradições culturais da cidade, com destaque para as Festas de Agosto, que têm o ponto alta no desfile dos reinados pelas ruas de Montes Claros, quando catopês, caboclos e marujos ecoam com o batuque dos tambores e músicas típicas uma herança quase bicentenária, que une sagrado (religioso/litúrgico) e profano (cultura popular/festividade), criando uma identidade cultural única. Outra festa que ganha destaque no texto jornalístico é a Festa do Pequi, que celebra a colheita e culinária do fruto com comidas típicas, festivais de música regional e o inusitado concurso “O Melhor Roedor de Pequi do Mundo”.
O jornalista também aponta em seu texto os principais pontos turísticos da cidade, afirmando que através deles é possível conhecer um pouco do dia a dia da cidade norte-mineira. Dentre os principais, ele cita:
Parque Estadual da Lapa Grande: 15.360 hectares de cerrado e caatinga, com mais de 50 cavernas catalogadas. A gruta principal tem 2,2 km de extensão, estalactites, estalagmites e um rio subterrâneo com bagres despigmentados. Entrada a R$ 10, com limite de 400 visitantes por dia. Informações no site do Instituto Estadual de Florestas (IEF).
Parque Municipal Milton Prates: a 6 km do centro, tem lagoa com pedalinhos, trilhas entre árvores de grande porte do cerrado e áreas para piquenique.
Parque da Sapucaia: trilhas de caminhada e um mirante com vista panorâmica de toda a cidade.
Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida: construção neogótica iniciada na década de 1920 e concluída em 1950, com vitrais, rosácea e terminações em agulha que se destacam na paisagem urbana.
Mercado Municipal Christo Raeff: cachaças artesanais, doces caseiros, queijos, carnes de sol e tudo que é feito com pequi. Os restaurantes internos servem pratos típicos no almoço.
Vitor Bruno finaliza o seu texto convidando o leitor para uma visita à Princesinha do Norte: “Conheça a cidade onde o cerrado encontra o sertão. Montes Claros é esse lugar raro onde uma caverna de 2,2 km convive com uma festa bicentenária e um fruto que vira competição nacional. O cerrado marca a paisagem, o pequi marca a mesa e os Catopês marcam o calendário. Você precisa subir o norte de Minas e sentir de perto o ritmo da Princesa do Norte, essa cidade que cresce sem deixar de lado nem a tradição nem o cheiro de pequi no arroz.”

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